Nos Cinemas: Blade Runner 2049

Harrison Ford regressa 35 anos depois ao papel de Rick Deckard que terá de impedir o fim da humanidade.

Nos Cinemas: Coco

O pequeno Miguel mergulha na Terra dos Mortos para uma extraordinária aventura sobre a sua história.

Nos Cinemas: Thor: Ragnarok

Quatro anos depois, Thor regressa pronto para regressar a Asgard, ou não...

Nos Cinemas: Justice League

Bruce Wayne alia-se com os heróis do DCEU para combater uma catástrofe.

Neil Boomkamp afirma que Chappie não terá sequela

No passado 28 de novembro, o realizador da longa "Chappie", Neil Boomkamp, publicou na sua rede social Twitter, um printscreen onde demonstra um fã frenético a insistir na gravação de um "Chappie". A isto, o realizador responde na publicação que não irá acontecer uma sequela do filme:










Andrew Garfield volta a criticar Amazing Spider-Man



Em entrevista com a revista Variety, Andrew Garfield desabafou sobre o reboot "Amazing Spider-Man", no qual deu vida ao herói amigo da vizinhança:
"Foi uma experiência frustante para mim. Eles nunca se preocuparam com o argumento. A história e o personagem não estavam no topo da lista de prioridades. Isso foi realmente complicado. Eu assinei para dar vida àquele personagem incrível do qual eu era fã desde os três anos de idade, mas a história não ajudou", afirmou Garfield.

Recentemente, o ator também se manifestou sobre o filme, dizendo que o maior mistério do mesmo nunca será revelado:

"Realmente não sei quem era o homem do chapéu. Nunca soubemos. Mas também nunca iremos descobrir, já que aquele homem-aranha não existe mais. Agora o personagem é deTom Holland, e eu realmente confio nele", relatou.

The Weekly Cine Review

Por minha vontade escreveria notícias sobre cinema todos os dias, no entanto, isso não me é de todo possível, e por isso, decidi apostar num registo que se vai basear no facto de divulgar uma notícia de cada um dos dias da semana que passou, fazendo desta forma mais sentido que os artigos sejam publicados aos sábados.

Nesta primeira edição irei destacar: Cars 3, Star Wars, Martin Scorsese, The Alien: Covenant, Fantastic Beasts e Denzel Washington.

1º - Chegou o teaser trailer de Cars 3 !

Mais intensa e dramática, a terceira parte da franquia Cars tem data de estreia marcada nas salas de cinema em Portugal para o dia 15 de Julho de 2017.

Com a realização de Brian Fee, esta animação vai incidir nas dificuldade que o agora veterano Lightning McQueen (que vai voltar a contar com a voz do ator Owen Wilson na versão original) sofre ao tentar adaptar-se à nova concorrência que surge.


2º - Filme sobre Han Solo fará lembrar um Western, afirma Kathleen Kennedy !

Nos últimos tempos tem sido dado mais destaque a Rogue One: A Star Wars Story, um spin-off de Star Wars que chega no próxima dia 15 de Dezembro de 2016 às salas de cinema em Portugal, contudo, existem mais filmes da saga a caminho, e Kathleen Kennedy, diretora executiva da Lucasfilm, falou recentemente sobre o projeto que vai incidir na juventude de Han Solo.

Segundo Kennedy, o filme não será no mesmo clima de guerra de Rogue One, entregando desta forma um toque mais subtil de faroeste.

Com a estreia prevista para o fim de 2018, a produção conta com a assinatura de Phil Lord e Christopher Miller na realização, e será protagonizado por: Alden Ehrenreich, (Han Solo), Donald Glover (Lando Clarissian) e Emilia Clarke, cujo papel ainda é desconhecido.

3º - Foi lançado o primeiro trailer do próximo filme de Martin Scorsese !

Passado no século XVII, Silence, o novo filme de Martin Scorsese, aborda a história de dois missionários portugueses que pretendem espalhar a fé católica pelo Japão, ao mesmo tempo que procuram o seu mentor espiritual.

Segundo relata o Observador: O filme retrata a perseguição e tortura de que os cristãos eram vítimas no Japão naquele que ficou conhecido pelo período de Edo.

A ideia de adaptar o romance histórico de Shūsaku Endō's para o grande ecrã, é um plano de longa data do aclamado realizador, pois já Jake La Motta afirmava em Raging Bull: Quanto tempo terei de esperar ?. Scorsese já trabalha neste projeto à 26 anos, e agora, parece ser a hora de nos presentear com aquele que poderá ser um dos seus melhores filmes, senão mesmo o melhor.

Protagonizado por Andrew Garfield, Adam Driver e Liam Neeson, Silence está claramente na corrida aos Oscares em 2017, sendo que poderá ser visto nas salas de cinema em Portugal a partir do dia 19 de Janeiro de 2017.


4º - Divulgada data de estreia de The Alien: Covenant !

Apesar de ter sido dado a entender que o próximo filme da franquia The Alien chegaria em Agosto do próximo ano às salas de cinema, a 20th Century Fox confirmou agora a partir de um novo poster que a data de estreia do filme será em Maio.

Depois de Prometheus, Ridley Scott regressa para nos contar mais uma história deste universo. O filme vai seguir a equipa de uma nave colonizadora ( a Covenant ) até um lugar que, aparentemente, parece ser um paraíso desconhecido, mas que posteriormente se torna obscuro.

O elenco da produção conta com nomes como: Katherine Waterston, Michael Fassbender, Danny McBride, Carmen Ejogo, Billy Crudup, Demian Bichir, Callie Hernandez, Jussie Smollett, Amy Seimetz e Rik Barnett


5º - Arthur Darvill admite que gostaria de interpretar Albus Dumbledore em Fantastic Beasts !

Agora que Fantastic Beasts and Where to Find Them já chegou às salas de cinema por todo o mundo, uma das questões que continua a dar pano para mangas reside na personalidade que vai dar vida à versão mais jovem de Albus Dumbledore no segundo filme da franquia.

De acordo com David Yates e David Heyman, a escolha do ator para interpretar a personagem ainda não está feita, contudo, já há quem apresente a sua candidatura ao papel.

Arthur Darvill, conhecido pelas suas participações em Doctor Who e Legends of Tomorrow, admitiu que aceitaria interpretar Dumbledore, caso o convidassem. Talvez seja interessante notar que o ator tem 34 anos de idade, ou seja, é quase 20 anos mais novo que Johnny Depp, ator que interpreta Grindelwald, sendo este apenas 2 anos mais novo que Dumbledore.

Contudo, outros atores têm sido apontados como possíveis intérpretes do, na altura, professor de transfiguração em Hogwarts, sendo eles: Ewan McGregor, Jared Harris, James McAvoy, Paul Bettany e Luke Evans.

6º - Denzel Washington e Viola Davis impressionam no novo trailer de Fences !

Protagonizado por Denzel Washington e Viola Davis, Fences narra a história de um afro-americano que luta contra as questões raciais nos Estados Unidos duranta a década de 50.

Com a realização do próprio Washington, este filme é uma adaptação da peça de August Wilson, que em 1987 venceu o Pulitzer Prize e o Tony Award na categoria de Melhor Peça. A questão que agora se coloca é a seguinte: Será o filme digno de receber alguma estatueta dourada ?

Esta poderá ser a terceira nomeação de Viola Davis aos Oscars (já havia sido nomeada pelas suas atuações em Doubt e The Help, contudo, o prémio não lhe foi entregue em nenhuma das ocasiões). Caso seja galardoado com um Oscar pela terceira vez, Denzel Washington junta-se desta forma a um pódio que conta com nomes como: Katharine Hepburn (quatro Oscars), Daniel Day-Lewis (três Oscars), Meryl Streep (três Oscars), Jack Nicholson (três Oscars), Ingrid Bergman (três Oscars) e Walter Brennan (três Oscars).

Apesar de ter data de estreia marcada para o dia 25 de Dezembro de 2016 nos Estados Unidos, ainda não se sabe quando poderá ser visto nas salas de cinema em Portugal.

Por: João Pedro Duarte

Nos Cinemas: Nocturnal Animals

Uma negociadora de arte de Los Angeles recebe pelo correio uma cópia de uma romance escrito por Edward, o seu ex. marido, e fica perturbada com o facto da história poder ser inspirada no casamento que ambos tiveram.

Apesar de se sentir incomodada ao constar toda a violência descrita no livro, Susan acaba por reavaliar toda a situação que a levou a divorciar-se do marido, chegando mesmo à conclusão que toda aquela história foi um pretexto de vingança pelo que sucedeu à muito tempo atrás.

Baseado em Tony and Susan, romance escrito por Austin Wright em 1993, Nocturnal Animals, na versão portuguesa: Animais Noturnos, chega dia 24 de Novembro de 2016 às salas de cinema em Portugal.

Com a realização e o argumento de Tom Ford (responsável por A Single Man - avaliado em 7.6 valores pelo IMDb), este thriller dramático é protagonizado por: Amy Adams, Jake Gyllenhaal, Michael Shannon, Aaron Taylor-Johnson, Isla Fisher, Armie Hammer, Laura Linney, Andrea Riseborough, e Michael Sheen.

Selecionado para a corrida ao Leão de Ouro no 73º Festival de Cinema de Veneza, onde venceu o
Grande Prémio do Júri, Nocturnal Animals foi razoavelmente elogiado pela critica. Para além de ter recebido uma classificação de aprovação de 73% pelo aclamado site Rotten Tomatoes, está também avaliado em 8.0 valores pelo IMDb.

Por: João Pedro Duarte

Quick Question: Entrevista a Bruno Mendonça


Não é mentira nenhuma que ao pedir a alguém para citar o nome de alguma revista de videojogos, "BGamer" será sem dúvida um nome que estará sempre presente. Exagero ou não, o certo é que o contacto com este nome foi-nos inevitável nos últimos 18 anos, e mesmo com o fim da revista ter sido anunciado em 2014, a BGamer foi algo que se enraizou de tal forma que ainda não se encontra totalmente removida das mentes (e dos corações) de todos aqueles que se dedicaram religiosamente a cumprir o encontro mensal com as bancas.
Podemos agora desejar que a BGamer seja uma incrível história para contar aos netos.
Foi assim que dois anos depois da temerosa nova do enceramento da revista que nos aventuramos na busca do seu último grão mestre: Bruno Mendonça.

Movido pela curiosidade, Bruno adquiriu a primeiríssimo edição da BGamer que saira às bancas em junho de 1998. Nessa mesma edição, um passatempo a valer um PC desafiava os leitores a enviar uma análise de um jogo à preferência. Infelizmente, de 2000 participantes, Bruno ficou em segundo: "Não ganhei o PC, mas fui convidado a trabalhar como colaborador externo, ou seja, levantava os jogos na redação, e depois realizava o trabalho em casa (jogava durante vários dias seguidos e depois elaborava o artigo que enviava por email). Isto permitia fazer a minha faculdade sem problemas (formação em Economia).", conta-nos Bruno.

Foi a partir da 3ª edição da revista que as suas análises começaram a ser presença regular, mas só em 2004 é que Bruno entraria na redação permanentemente. De jornalista júnior a coordenador de redação, só em 2011 é que assumiu o trono de ferro.


Miguel Fernandes: Num Portugal relativamente atrasado, a BGamer foi a única revista do género que sobreviveu ao decorrer dos tempos. A revista sempre teve sucesso nas vendas, ou existiram sacrifícios a fazer? Esta questão dirige-se especialmente aos primeiros anos da revista.

Bruno Mendonça: Ao longo dos seus 16 anos de existência, a BGamer foi sempre uma referência no panorama dos videojogos em Portugal. Mas isto não surgiu de um dia para o outro. Desde a sua génese que a BGamer apostou em desempenhar o seu trabalho de modo sério, rigoroso e competente. A nossa missão passava por tratar os videojogos com o respeito que eles merecem, de forma profissional, como acontece aliás nas restantes dimensões e focos do jornalismo especializado (desporto, cinema, música, economia, internacional, etc.). Esta linha orientadora, em conjugação com a paixão da equipa pelos videojogos e pelo entretenimento digital, foram premissas fundamentais para o sucesso da revista junto dos leitores, mas também no relacionamento impecável com as várias editoras nacionais e internacionais. Não sei se compreendo o queres dizeres com "sacrifícios", mas os jornalistas da BGamer nunca escreveram para alimentar o seu umbigo. Escrevíamos para os nossos leitores – de jogadores, para jogadores – e o seu feedback permanente foi importantíssimo para a evolução que a revista sofreu ao longo dos anos. A BGamer não era uma instituição de solidariedade social e nesse sentido visava a obtenção de lucro. Se por um lado tínhamos obrigação de responder a um nicho de mercado, onde se incluía um público altamente conhecedor da indústria e determinados fenómenos restritos dentro do meio, por outro teria sido um suicídio ignorar a corrente mainstream. Não era fácil agradar a gregos e troianos, mas esta foi a justificação para a BGamer ter apostado na diversidade dos seus conteúdos. Por exemplo, um determinado leitor podia não gostar do tema de capa de um determinado mês, mas sabia que no interior da revista ia encontrar vários jogos e/ou assuntos do seu interesse. Jogos para PC e para consolas, jogos triple-A e jogos indie, retrogaming, secção de hardware, entrevistas, reportagens, artigos de investigação, mobile, merchandising associado aos videojogos, online e por aí adiante. Será que isto era "sacrificar" alguns conteúdos em funções de outros? Talvez. Acima de tudo tentávamos oferecer o melhor conteúdo possível em função das particularidades do nosso público-alvo.

Capa da BimotorGamer nº1. junho de 1998
MF: Na tua sincera opinião, achas que a BGamer teve um papel maioritário na incrementação da cultura "gamer" hoje existente no nosso país?

BM: Não quero parecer presunçoso, mas quero acreditar que a BGamer teve a sua contribuição para o crescimento e amadurecimento da indústria em Portugal. Como referi na resposta anterior, o nosso objetivo sempre foi tratar os videojogos com o respeito merecido. Quando comecei a trabalhar na BGamer, em 1998, irritava-me ouvir respostas do género "Videojogos? Isso é uma coisa para miúdos." E isto era o sentimento generalizado na sociedade portuguesa naquele tempo. Os videojogos não eram respeitados, aliás eram até vistos com alguma desconfiança. Agora imagina como era visto o "jornalismo" sobre videojogos. O discurso vigente era baseado no preconceito e na ignorância, algo que depois voltou em força com a questão da violência, por exemplo. Felizmente que muita coisa mudou nestes últimos anos. Os putos que nas décadas de 80 e 90 cresceram com os videojogos são hoje adultos que pensam de forma totalmente diferente. Costumo dizer: os geeks ganharam e tomaram conta do mundo.

MF: No seu começo em 1998, a BGamer conseguiu testemunhar aquela que seria a última tentativa da SEGA de se afirmar no mercado das consolas com a Dreamcast. Sabendo o que sabemos hoje, achas que se se tivesse esforçado um pouco mais na exportação da consola para o mercado ocidental, poderíamos ter tido a oportunidade de conhecer, pelo menos, a Dreamcast 2?

BM: Eu compreendo a tua questão, todavia não concordo com essa ideia que sugere a falta de empenho da Sega na "exportação da consola para o mercado ocidental" e que isso podia de alguma forma ter evitado o fracasso da Dreamcast. Na minha opinião não existe uma razão isolada que tenha sido decisiva para esse desfecho, mas sim a conjugação de vários fatores. Em primeiro lugar temos de recuar no tempo e perceber que, antes do lançamento da Dreamcast, a Sega tinha dado vários tiros no pé. Se é verdade que a Mega Drive foi um êxito, sobretudo nos EUA, tudo o que veio depois acabou por afundar a companhia e aumentar o sentimento de desconfiança por parte dos jogadores. Por razões distintas que não vale a pena detalhar, quer o Mega CD, quer a Sega 32X nunca conseguiram convencer ninguém. A estocada final foi o lançamento desastroso da Sega Saturn. Face a tudo isto os jogadores deixaram de confiar nas consolas da Sega e isso teve consequências quando a companhia realizou a derradeira tentativa para se afirmar no mercado de consolas com o lançamento da Dreamcast. A juntar a isto temos a concorrência, sobretudo da Sony. Não nos podemos esquecer que a Dreamcast é lançada numa altura em que a PlayStation original era já a consola doméstica de maior sucesso no mundo inteiro. E, quem tinha uma PlayStation sonhava todas as noites com a... PlayStation 2. As promessas da Sega para a sua consola caíram em saco roto junto dos jogadores face à desconfiança na marca, e não foi por acaso que a Sony revelou as características da PlayStation 2 poucos meses antes do lançamento da Dreamcast. Se isto não bastasse, a Sega teve ainda de enfrentar um problema grave relacionado com os custos de fabrico da própria consola. Face a todos os elementos inovadores da consola, nomeadamente o online, o custo de produção de cada consola era elevadíssimo, no entanto a Sega não podia refletir esse custo no preço final da consola (por motivos óbvios, o preço da Dreamcast tinha que ser semelhante ao da futura PS2). A Sony não tinha esse problema pois a sua consola era baseada em tecnologia produzida internamente, nomeadamente o DVD. A decisão da Sega passou por vender a consola com prejuízo, tentando depois recuperar essas perdas através da venda de jogos. Existem outros motivos, incluindo aquele que referes na tua questão, mas na minha opinião estas foram as principais razões que ditaram a morte da consola pouco tempo depois do seu lançamento. Para mim a Dreamcast foi uma consola revolucionária. O Visual Memory Unit, um sistema de rato e teclado, outros acessórios fantásticos como o Arcade Stick e a cana de pesca, a Light Gun, o tapete para os jogos de dança, a câmara Dreameye. Depois temos a supracitada questão do online, uma opção altamente inovadora naquele tempo, mas que se calhar veio demasiado cedo pois naquela altura os custos e a acessibilidade da internet eram bem diferentes daquilo que temos atualmente.

Presença da BGamer na E3 2013
MF: Os anos passam e os tempos evoluem. A distribuição de jogos está aos poucos a despedir-se do formato físico e a abraçar lojas digitais como a Steam ou a Origin. Desta forma há quem defenda que instalar um jogo tem vindo a tornar-se num processo muito mais burocrático. Em que posição te colocas, nos conservadores ou estás à vontade com isso?

BM: Na minha opinião o formato digital veio para ficar e será o formato dominante no futuro. Isto não significa a morte imediata do tradicional formato físico. Enquanto existir procura, as caixas vão continuar nas prateleiras, sobretudo para quem gosta do colecionismo associado a edições especiais. Não vejo o formato digital como um processo mais burocrático, antes pelo contrário. Se for de férias ou em viagem para o estrangeiro levo comigo o portátil e todos os jogos que tenho na conta Steam. Aliás, o serviço da Valve foi um grande impulsionador do mercado de jogos para PC e demonstrou claramente que esta plataforma não estava condenada pela pirataria como era referido por alguns profetas da desgraça. Aconteceu o mesmo com a música (iTunes, Spotify, etc.), com o cinema (Netflix e os videoclubes digitais das operadoras de televisão) e por aí adiante. Se por burocracia referes a necessidade de criar uma conta, fazer o download, estar ligado à internet, etc., compreendo, mas isso não é exclusivo dos videojogos, muito pelo contrário. É o preço a pagar, mas entre o deve e o haver, penso que a revolução digital tem facilitado a vida de todos, quer dos consumidores, quer dos criadores de conteúdos, sobretudo dos pequenos produtores independentes que atualmente conseguem mostrar o seu trabalho, muito por culpa das plataformas digitais.

MF: A experiência multiplayer foi das maiores revoluções nos videojogos. Achas que mesmo assim, as produtoras devem continuar a insistir na experiência campanha solo, ou que estamos num mercado que pretende separar as águas dedicando todos os esforços num determinado modo de jogo?

BM: Depende do jogo. Existem experiências 100% multiplayer para as quais não faz qualquer sentido acrescentar um modo a solo… e vice-versa. Se por um lado existem jogos aos quais foi acrescentada uma vertente multijogador que era totalmente dispensável, o inverso também acontece. Depois existem cada vez mais casos onde o jogo a solo e a experiência multijogador estão completamente misturadas, sem a tradicional divisão de opções no menu principal. Acho que o mercado é diversificado o suficiente para receber todas as propostas. Existe público para todo o género de experiências. O que não pode acontecer é as editoras cobrarem DLC que trazem coisas fundamentais para a experiência de jogo e que deviam fazer parte do jogo original.

MF: Concordas que remakes e remasterizações de clássicos são tentativas desesperadas de acumulação de lucros?

BM: A questão dos três "R's": remakes, remasters e reboots. Em primeiro lugar é preciso perceber a diferença entre os três conceitos. Começando pelo remasters. Na verdade não sou grande fã de remasterizações. Acho que não acrescentam nada e na grande maioria dos casos são realmente uma tentativa desesperada da editora em rentabilizar um determinado IP, ou seja, aquilo que normalmente chamamos de cash grab. Se já joguei esse título no passado não o vou fazer novamente apenas porque está mais bonito. Se nunca o joguei e pretendo fazê-lo, prefiro viver a experiência desses jogos tal como eles foram lançados na sua altura. De qualquer forma, um remaster pode fazer sentido para quem pretende jogar um determinado título cuja versão original não foi lançada na sua plataforma de eleição. Pode ser contraditório, mas em relação aos remakes já não sou tão drástico, isto partindo do princípio que o remake vai trazer algo realmente novo e não apenas uma simples atualização visual. Em relação aos reboots não existe qualquer problema. Na prática, um reboot é um jogo totalmente novo que vai beber inspiração a um universo existente. O Tomb Raider é um bom exemplo de um reboot que na minha opinião merece elogios pela forma como foi apresentado. Não nos podemos esquecer de uma coisa: é o mercado que dita as leis. Se as vendas de remasterizações forem boas, é natural que as editoras apostem nestas versões recicladas, sobretudo porque os custos de produção associados a uma versão remasterizada são bastante mais reduzidos por comparação a um remake ou a um reboot.
Tomb Raider, o reboot que em 2013 foi altamente aclamado pela crítica, tendo sido nomeado para inúmeros prémios,
MF: Das tuas duas paixões, jogos e futebol, qual a que te dá mais gozo?

BM: Pergunta complicada. Eu adoro ver futebol, sobretudo futebol internacional. Sou aquele tipo que tem pachorra para ver qualquer jogo, incluindo camadas jovens ou entre equipas de divisões inferiores. Além disso tenho bilhete anual no estádio do meu clube do coração e tento não perder nenhum jogo em casa. Embora seja o meu desporto favorito, isto não acontece apenas com o futebol. Com exceção para uma ou outra modalidade, como golfe ou hipismo, se tiver a dar desporto na televisão, o mais provável é que mereça a minha atenção (para desespero da minha mulher). Mas tenho muitos outros interesses como banda-desenhada, ciência e ficção científica, tecnologia, vida selvagem. Gosto bastante de ler, ver filmes, séries de televisão e, por mais estranho que possa parecer, sou um apaixonado por fenómenos naturais extremos, sobretudo tornados (ao ponto de ficar acordado durante a madrugada para seguir em direto – via stream - alguns caçadores de tempestades norte-americanos). Os videojogos são claramente uma das minhas grandes paixões. Comecei no Spectrum 48K. Lembro-me de comprar revistas com código Basic e de passar tardes inteiras a copiar linhas de código. Tive várias consolas, acompanhei o crescimento da indústria e apaixonei-me por este universo, algo que depois contribuiu decisivamente para a minha entrada na BGamer e para a minha carreira profissional enquanto jornalista / editor.

MF: Qual o teu jogo favorito de todos os tempos?

BM: É impossível dizer-te qual é o meu jogo favorito de sempre. O melhor que eu consigo fazer é dar-te uma pequena lista de jogos que realmente me marcaram enquanto jogador. E é uma lista pessoal, e não uma lista “profissional” que apresentaria caso tivesse de escrever um artigo sobre os melhores jogos de todos os tempos. Assim sendo, tenho de começar pelo World of Warcraft. Foi o jogo que me abriu as portas para o universo dos MMORPG. Fui jogador hardcore, com treinos, raids e até fui officer de uma guild. Infelizmente as últimas expansões e o facto de o jogo consumir imenso tempo afastaram-me de Azeroth, mas irei recordar para sempre o World of Warcraft (e as duas primeiras expansões). Outra experiência que nunca vou esquecer: Red Dead Redemption. É verdade que não reinventou a roda no que aos jogos em mundo aberto diz respeito, mas a Rockstar criou uma experiência avassaladora a todos os níveis, mesmo para quem não gosta da temática western. Não posso também deixar de referir Journey, Portal, Half-Life 2, Mass Effect 2, GTA: San Andreas, GTA: Vice City. Depois existem outros mais antigos que também não posso deixar de fora: Diablo II, Mortal Kombat, Mortal Kombat II, Sensible Soccer, Doom, Tony Hawk's Pro Skater 2, Excitebike, Super Mario Bros., Super Mario Bros. 2, Super Mario Bros. 3, Command & Conquer, Street Fighter II, Battletoads, Double Dragon, River City Ransom, F1 GP, Mega Man 2, Championship Manager 2, enfim... Tantos jogos, tantas memórias!

MF: Alguma mensagem para os nossos "nerdezinhos"?

BM: Obrigado pela paciência para lerem esta entrevista. E que me desculpem a muralha de texto. Bons jogos e divirtam-se.



Nos Cinemas: Elle


Michèle é uma mulher indestrutível que sempre delineou muito claramente os objetivos que tem para a sua vida. Chefe executiva de uma empresa de videojogos, sempre apresentou uma atitude implacável tanto no emprego como na vida amorosa.

Contudo, a sua vida altera por completo quando, certo dia, é atacada e violada por um homem na sua própria casa. Não obstante, Michèle decide não fazer queixa à policia, limitando-se somente a encobrir todos os vestígios do que sucedera e a engendrar um plano de vingança.

No entanto, a insistência em querer vingar-se do homem que a violou vai fazer com que a perseguição entre os dois fique completamente fora do controlo.

Com a realização de Paul Verhoeven e o argumento de David Birke, Elle, na versão portuguesa: Ela, é inspirado em Oh..., romance de Philippe Djian.

O drama, que conta com a participação de Isabelle Huppert, Laurent Lafitte, Anne Consigny, Charles Berling, entre outros, está avaliado em 7.3 valores pelo Internet Movie Database (IMDb).

Depois de ter realizado Black Book ( avaliado em 7.8 valores pelo IMDb) em 2006, Verhoeven regressa dez anos depois para nos presentear com o seu primeiro filme no idioma francês. Elle, que entrou na corrida ao Palme d'Or no Festival de Cannes em 2016, recebeu a aclamação da crítica.

Por fim, é também importante realçar o facto deste filme ter sido nomeado para representar a França na corrida ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro na 89º cerimónia dos Óscares da Academia.

Elle chega às salas de cinema em Portugal no dia 17 de Novembro de 2016.

Por: João Pedro Duarte

Nos Cinemas: Fantastic Beasts and Where to Find Them


O mundo mágico sempre esteve repleto de perigos e ameaças, e, obviamente, tal não poderia deixar de ter sucedido em Nova Iorque, mais precisamente na década de 1920.

Algo misterioso deixara um rasto de destruição pelas ruas da cidade, e por conseguinte ameaça expor a comunidade de feiticeiros aos terríveis Second Salemers, uma entidade fanática de No-Majs (termo Americano atribuído aos Muggles, ou seja, humanos que não possuem quaisquer poderes mágicos) que vive disposta em exterminar todo o tipo de magia.

Entretanto surge Newt Scamander, um feiticeiro britânico que chega a Nova Iorque com uma mala cheia de criaturas mágicas que foi adquirindo ao longo das suas viagens, com o intuito de pesquisar e resgatar espécies que lhe são desconhecidas. Contudo, tudo corre mal quando inadvertidamente, Jacob, um No-Maj, deixa que alguns monstros fujam da mala de Newt, espalhando-se desta forma por toda a cidade.

Com esta falha no Statute of Secrecy (Estatuto de Sigilo), Tina Goldstein faz uma investigação por conta própria na tentativa de recuperar o seu antigo posto de trabalho de auror no Magical Congress of the United States of America (MACUSA). Todavia, a situação toma um rumo mais sinistro quando Percival Graves, Diretor de Segurança de Magia, incrimina Newt e Tina por todos os estranhos acontecimentos que sucedem na cidade.

Agora aliados, os dois vão contar com a ajuda de Jacob e de Queenie (a irmão mais nova de Tina) na perigosa demanda de encontrar todas as criaturas que se exilaram da mala de Newt, antes que o pior aconteça. Não obstante, eles são considerados fugitivos, e como tal terão de ligar com variadas ameaças, isto numa altura em que Gellert Grindelwald, um poderoso feiticeiro negro que efetuou variadíssimos ataques por toda a Europa, anda por aí à solta.

Fantastic Beasts and Where to Find Them, na versão portuguesa: Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los, chega dia 17 de novembro de 2016 às salas de cinema em Portugal.

Destaques no Elenco Principal:
  • Eddie Redmayne interpreta Newt Scamander;
  • Katherine Waterston interpreta Porpentina "Tina" Goldstein;
  • Dan Fogler interpreta Jacob Kowalski;
  • Alison Sudol interpreta Queenie Goldstein;
  • Colin Farrell interpreta Percival Graves;
  • Carmen Ejogo interpreta President Seraphina Picquery;
  • Ezra Miller interpreta Credence Barebone;
  • Ron Perlman interpreta Gnarlack;
  • Jon Voight interpreta Henry Shaw;
  • Johnny Depp interpreta Gellert Grindelwald.
Este é o primeiro de um conjunto de cinco filmes, que marcam uma nova era no mundo criado pela autora J.K Rowling.

David Yates, responsável pela realização deste filme e também pelos últimos quatro da franquia Harry Potter, afirmou numa recente entrevista que deu ao site Cinemablend, que o lançamento dos filmes de Fantastic Beasts deverá ser intervalado em 2 anos. Enquanto que o primeiro chega em 2016, o 2º deverá ser lançado em 2018, o 3º em 2020, o 4º em 2022 e, por fim, o 5º em 2024, contudo, estas datas poderão sofrer alterações no futuro.

Caso tenham algum tipo de dúvida em relação à história ou queiram mesmo dar a vossa opinião sobre o que esperar desta nova aventura que se passa cerca de 70 anos antes da ida de Harry Potter para Hogwarts, podem sempre fazer uso dos comentários.


Por: João Pedro Duarte

Nos Cinemas: Arrival


Quando naves extraterrestres chegam a determinados locais do planeta Terra, uma equipa de investigadores coloca-se em campo afim de perceber quais são as intenções dos alienígenas.


Como o intuito de evitar o pânico entre a população, a equipa liderada por Louise Banks, uma das mais reconhecidas linguistas do mundo, tenta efetuar um diálogo amistoso com a entidade não identificada, contudo, ambas as espécies possuem dialetos diferentes, o que vai tornar o processo muito mais complexo.

Apesar de unirem esforços a fim de criarem um tipo de linguagem que ambas as partes consigam interpretar, a margem de erro é elevadíssima, podendo provocar facilmente a extinção da raça humana.

Com a realização de Denis Villeneuve, ( que está atualmente a trabalhar em Blade Runner 2049 ) Arrival, na versão portuguesa: O Primeiro Encontro, conta com o argumento de Eric Heisserer e é baseado em Story of Your Life, um conto de Ted Chiang.

Arrival, que tem recebido vários elogios da critica, é protagonizado por: Amy Adams, Jeremy Renner, Forest Whitaker, Michael Stuhlbarg e Tzi Ma.

O filme, que está atualmente classificado em 8.5 valores pelo IMDb, tem data de estreia marcada para o dia 10 de Novembro de 2016 nas salas de cinema em Portugal.


Por: João Pedro Duarte

Nos Cinemas: Hacksaw Ridge

Dia 10 de Novembro de 2016 estreia nas salas de cinema em Portugal, o filme: Hacksaw Ridge, na versão portuguesa: O Herói de Hacksaw Ridge. A produção, que teve a sua estreia mundial na 73º edição Festival de Cinema de Veneza, foi aclamada pela crítica positiva.

Este drama biográfico narra a verídica história sobre Desmond Doss, um homem que, sem disparar qualquer tiro, salvou a vida a 75 homens durante um dos períodos mais sangrentos da Segunda Guerra Mundial.

Doss acreditava na justiça da guerra, no entanto, considerava que matar era errado, e por isso, foi o único soldado americano a combater na linha da frente sem fazer uso de armas. Como médico do exército, conseguiu evacuar sozinho os homens abandonados à morte em terreno inimigo, tendo sido ferido por uma granada e atingido por snipers.

Considerado cobarde por alguns colegas à priori, este homem conseguiu levar as suas convicções avante, motivo esse que o tornou o primeiro opositor de consciência a receber a Medalha de Honra do Congresso ( maior condecoração militar dos Estados Unidos da América ).

Com a realização de Mel Gibson ( responsável por Braveheart ), Hacksaw Ridge conta o argumento Andrew Knight e Robert Schenkkan. Nos principais papeis estão: Andrew Garfield, Vince Vaughn, Sam Worthington, Luke Bracey, Hugo Weaving, Ryan Corr, Teresa Palmer, Richard Pyros e Rachel Griffiths.

Atualmente avaliado em 8.8 valores pelo IMDb, o filme recebeu criticas positivas na sua generalidade, com muitos a felicitar o trabalho de Gibson. De acordo com a revista Rolling Stone, este é o melhor filme de guerra desde Saving Private Ryan ( foi galardoado com o Óscar de Melhor Filme, e valeu também o Óscar de Melhor Realizador a Steven Spielberg ), caracterizando-o ainda como violento, angustiante, doloroso e inesquecível.

Andrew Garfield, conhecido pelas suas performances como Spider-Man, torna-se assim um dos fortes candidatos a entrar na corrida às nomeações ao Óscar de Melhor Ator, todavia, tal poderá suceder num contexto diferente.

Segundo João Lopes do jornal Diário de Notícias, este filme surge mesmo num contexto em que Garfield é encarado por vários analistas americanos como alguém com fortíssimas possibilidades de marcar presença na lista de nomeados para o Óscar de Melhor Ator (...), no entanto, é mais provável que o prémio lhe seja atribuído pela sua atuação em Silence, um drama realizado por Martin Scorsese, situado no Japão do século XVII em que Garfield interpreta a personagem de Sebastião Rodrigues, padre jesuíta português.

Por: João Pedro Duarte

Nos Cinemas: The Accountant


Desde cedo que começou a manter mais afinidade com a matemática do que com as pessoas que o rodeiam, e apesar de ter sido diagnosticado com autismo durante a infância, Christian Wolff tonou-se um contabilista de sucesso.

Contudo, Wolff não se deixa ficar pelo trabalho de revisor de contas, mantendo também em segredo o facto de utilizar a sua inteligência para auxiliar algumas das mais perigosas organizações criminosas.

Quando se apercebe que começa a ser investigado pela Divisão Criminal do Departamento do Tesouro, Christian decide aceitar o convite para trabalhar numa empresa de robótica. No entanto, quando uma colega de trabalho lhe divulga algumas informações da empresa, ele acaba por encontrar uma enorme discrepância de vários milhões de dólares.

À medida que se vão envolvendo cada vez mais no assunto, várias cabeças começam também a "rolar".

Com a realização de Gavin O'Connor, e o argumento de Bill Dubuque, The Accountant, na versão portuguesa: The Accountant - Acerto de Contas, é protagonizado por: Ben Affleck, Anna Kendrick, J. K. Simmons, Jon Bernthal, Jeffrey Tambor e John Lithgow.

O "thriller", avaliado em 7.7 valores pelo Internet Movie Database (IMDb), chega às salas de cinema em Portugal no dia 3 de Novembro de 2016.

Por: João Pedro Duarte

Monsters Inc. poderá ter sequela com Boo adulta

Em conversa com o site Entertainment Weekly, o realizador da longa de animação Monsters Inc., Pete Docter, pronunciou-se sobre uma possível sequência.

Depois da prequela de 2013, Monsters University, o possível Monters Inc. 3 iria abordar a vida de Boo já adulta.

"Eu nunca digo nunca - quem sabe o que irá acontecer? Monsters University foi uma prequala propositada, pois já imaginávamos que fariamos mais uma sequência mostrando o que aconteceu com a Boo quando ela cresceu, reencontrou os monstros de sua infância e coisas assim", afirmou o realizador.

Segundo este, a ideia para um terceiro filma já era ponderada há vários anos:
"Uma das ideias originais de Monsters Inc. envolvia ma adulta reencontrando os monstros que ela conheceu durante a sua juventude. Uma espécie de Peter Pan, e essa ideia é muito atraente para usar-mos em Monsters Inc. 3 com uma Boo adulta", acrescentou.

Monsters Inc., ou em português Monstros e Companhia, acumulou  cerca de US$ 544 milhões mndialmente, enquanto a prequela Monstros: A Universidade, superou com US$ 745 milhões.


Paul Feige comenta possibilidade de sequela de Ghostbusters

Em entrevista ao site  The Daily Beast, Paul Feig, realizador do reboot Ghostbusters, deu palavra à possibilidade de uma sequela da longa:

"Ninguém me ligou até agora. Mas eu adorei aquelas personagens e sei que agora elas são heroinas e significam muito para várias pessoas, portanto, num mundo perfeito seria ótimo se pudéssemos vê-las a correr atrás de fantasmas, e a acabar com eles, seria incrível viver tudo isso novamente", afirmou o realizador.

Passo a relembrar que apesar de um considerável positivismo partilhado pela critica, Ghostbusters esteve muito aquém do sucesso de bilheteira, deixando para trás um estimado prejuizo de US$ 70 milhões à Sony Pictures, e por esta razão talvez o projeto nem chegue ao papel.

Filme solo de Flash perde realizador



Ainda sem muitos detalhes, o projeto do filme solo do herói mais veloz da DC tem passado por despercebido, principalmente por se estarem a sentir dificuldades na contratação de um realizador.

Depois do primeiro realizador escolhido, Seth Grahame-Smith, ter desistido do projeto por alegadas "diferenças criativas", agora foi a vez de Rick Famuyiwa desistir da produção. Até agora não há quaisquer declaração por parte do realizador que justifique a sua decisão.

"The Flash" servirá para sustentar o filme da Liga da Justiça que está agendado para novembro do próximo ano . Ezra Miller continuará na pele de Barry Allen que já tinha assumido em Batman V Superman. Já como novidade teremos Billy Crudup que interpretará Henr Allen.

A longa-metragem tem data de estreia marcada a 3 de março de 2018